0
comentários
Mais da gripe
Marcadores: Conspiração, Doenças, Gripe, Medicamento, Mundial, Politica, Vacina
0
comentários
A História dos sapinhos....
Lição de vida
A multidão continuava a gritar
"É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!"
POSITIVO!
Sê SURDO quando as pessoas dizem que TU não podes realizar os TEUS sonhos!
read more
Marcadores:
amor,
animais,
carinho,
engraçado,
Humor,
personalidade,
piada,
Politica,
rir
Lição de vida
A História dos sapinhos....
Lição de vida
Era uma vez um grupo de sapinhos...
... que organizaram uma competição.
O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.
Uma multidão juntou-se em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores...
A corrida começou...
Sinceramente:
Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.
Eles diziam coisas como:
"Oh, é dificil DEMAIS!!
Eles NUNCA vão chegar ao topo."
ou:
"Eles não têm nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!"
Os sapinhos começaram a cair. Um por um...
... Só alguns poucos continuaram a subir mais e mais alto...
A multidão continuava a gritar
"É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!"
Outros sapinhos cansaram-se e desistiram...
...Mas UM continuou a subir, e a subir...
Este não desistia!
No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com excepção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!
Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu?
Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo?
E o resultado foi...
Que o sapinho campeão era SURDO!!!!
A moral da história é:
Nunca dês ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas...
...porque eles tiram de ti os teus sonhos e desejos mais maravilhosos. Aqueles que tu tens no coração!
Lembra-te sempre do poder das palavras.
Porque tudo o que tu ouves ou lês irá afectar as tuas acções!
Portanto:
Sê SEMPRE...
POSITIVO!
E acima de tudo:
Sê SURDO quando as pessoas dizem que TU não podes realizar os TEUS sonhos!
Pensa Sempre:
Eu POSSO fazer isto!
Passa esta mensagem para outros "sapinhos" de quem tu gostas.
Dá-lhes motivação!!!
1 comentários
Marcadores:
Gripe,
Perigo,
Vacina
Vacina da gripe A pode ser fatal
A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .
A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.
O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina .
A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.
Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: "Essa situação é muito bem conhecida da classe médica." Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, "as vacinas não estão isentas de riscos."
Fonte: Correio da Manhã
read more
O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .
A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.
O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina .
A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.
Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: "Essa situação é muito bem conhecida da classe médica." Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, "as vacinas não estão isentas de riscos."
Fonte: Correio da Manhã
0
comentários
A criança que calou o Mundo por 5 minutos!
Marcadores: Conspiração, Crise, maus tratos, Mundial, Politica, Video
0
comentários
A realidade que não vemos... Zeitgeist - Official Release (Portuguese)
Marcadores: cinema, Conspiração, Crise, Doenças, filme, Mundial, Politica, Vacina, Video
0
comentários

read more
Marcadores:
engraçado,
imagens,
rir
Imagens loucas :)
Volume I :)
Acho que não está a funcionar muito bem... ah? :)
Estes homens... nem comentos :P
Que quentinho, não? :)
***
0
comentários
read more
Marcadores:
Cannes,
cinema,
engraçado,
famoso,
Festival,
filme
Festival de Cannes :)
Os nossos pequenos momentos de glória!! Não percam!
Vejam o que acontece quando escreverem o vosso primeiro e último nome
depois de abrir o Link:
0
comentários
read more
Marcadores:
abandono,
amor,
animais,
cão,
carinho,
direitos,
maus tratos
Não queres ser o meu melhor amigo?
Como amiga dos animais... :'(
0
comentários
Marcadores:
Humor,
Politica,
Video
Já que os politicos sao todos iguais...
Já que os politicos sao todos iguais, vamos votar nos que têm mais piada...
read more
0
comentários
Marcadores:
2012,
ciclo solar,
Fim do Mundo,
previsão,
tempestade
Perigo eminente
Um painel internacional de expertise liderado pelo NOAA –Administração Nacional Oceânica e Atmosférica - patrocinado pela NASA atualizou nova previsão para o próximo ciclo solar. O 24 Ciclo Solar terá seu pico em maio de 2013 eles dizem que será abaixo da média o número de manchas solares.
“ Se nossa previsão estiver correta, O Ciclo Soar 24 no pico das manchas solares será 90, a mais baixa de qualquer um dos ciclos desde 1928 quando o Ciclo Solar 16 no pico teve 78” diz o chefe do painel, Doug Biesecker, do NOAA Centro de Previsões do Tempo no Espaço.
É tentador descrever um ciclo com estas características como “débil” ou suave, porém isso poderia dar uma impressão equivocada.
“Mesmo estando abaixo da média, qualquer ciclo solar é capaz de produzir condições climáticas especialmente severas ”, segundo Biesecker. “A grande tempestade geomagnética de 1859, por exemplo, aconteceu durante um ciclo solar do tamanho similar ao que estamos prevendo para 2013”.
A tempestade que ocorreu em 1859, conhecida como o “Evento de Carrington” em homenagem ao astrônomo Richard Carrington, que presenciou aquelas tremendas chamas solares, eletrificou cabos de transmissão, provocou incêndios nas oficinas dos telégrafos e produziu auroras boreais tão brilhantes que se podia ler o jornal só com sua luz esverdeada e vermelha. Uma recente informação da Academia Nacional de Ciências, concluiu que se uma tempestade similar ocorresse na atualidade poderia causar um prejuízo de 1 a 2 bilhões dólares americanos na infraestrutura altamente tecnológica de nossa sociedade e levaria de 4 a 10 anos para conserta-la. Apenas para comparar, os danos causados pelo furacão Katrina custaram de 80 a 125 milhões de dólares.
O pronóstico mais recente se basea na revisão de uma previsão anterior, feita em 2007. Nesse ano, um painel de expertises se dividiu em duas opiniões, acreditavam que o mínimo solar ocorreria em março de 2008, seguido de forte máximo solar em 2011 o de um máximo fraco em 2012. Os modelos que competiam davam diferentes respostas e os investigadores estavam ansiosos para saber do sol qual delas seria a correta.
“Ocorreu que nenhum dos dois modelos está totalmente correto”, disse Dean Pesnell, do Centro Goddard para Voos Espaciais, que era o representante da NASA nesse Painel. “ O sol está se comportando de uma maneira interessante e inesperada”.
Os pesquisadores conhecem os dados do ciclo solar desde meados de 1800 . Os gráficos que representam a quantidade de manchas solares contadas desde aquela época se assemelham a uma montanha russa; sobem e descem com um período aproximadamente de 11 anos. A primeira vista parece ter um padrão regular, porém predizer os picos e os vales tem resultado em algo problemático. Os ciclos variam em longitude aproximadamente entre 9 e 14 anos. Alguns picos são altos, outros são baixos. Os vales, usualmente não são profundos e duram apenas poucos anos, porém às vezes, se estendem e se tornam muito maior. No século XVII, o sol entrou em um período de 70 anos sem manchas, o qual se conhece na atualidade como o Mínimo de Maunder e ainda intriga os cientistas.
Agora mesmo, o ciclo solar está em um vale – o mais profundo do último ciclo. Em 2008 e 2009, o sol vem batendo recordes da Era Espacial, referente a menor quantidade de manchas solares, do vento solar fraco e da baixa irradiação solar. Transcorreram mais de 2 anos sem que o sol tenha emitido chamas solares de dimensões significativas.
“ Em nossas carreiras profissionais, nunca havíamos visto nada semelhante”, disse Pesnell.
“O mínimo solar está durando muito mais que a data que previmos em 2007”.
Nos últimos meses, entretanto, o sol começou a mostrar sinais de vida, ainda que muito tímido. Pequenas manchas e “proto-manchas” solares começam a aparecer com mais freqüência. Enormes correntes de plasma na superfície solar, conhecidas como (“fluxo de zonas”) começam a ganhar força na intensidade e lentamente se movem em direção ao equador do sol. Radio astrônomos detectaram um pequeno, mas significativo aumento das emissões solares em ondas de rádio. Todos esses acontecimentos são precursores do Ciclo Solar 24 e formam a base do novo, é quase unânime, o prognóstico apresentando pelo Painel dos cientistas.
De acordo com o prognóstico, o sol deverá permanecer calmo durante, pelo menos, mais um ano. Do ponto de vista das investigações, temos boas notícias, porque o mínimo solar vem se mostrando ser mais interessante que qualquer coisa que tivéssemos imaginado. A baixa atividade solar tem um profundo efeito sobre a atmosfera terrestre, pois permite esfriar-se e contrair-se. O lixo espacial se acumula na órbita da Terra, pois a menos arrastro aerodinâmico.O tranqüilo vento solar produz menos tempestades magnéticas ao redor dos pólos da terra. Os raios cósmicos que normalmente são empurrados para fora da órbita terrestre pelos ventos solares, agora permanecem no meio-ambiente.
Há outros efeitos secundários que também podem ser somente estudados se o Sol permanecer calmo.
No entanto, o sol pouco se importa com os comitês humanos. Poderiam haver mais surpresas ,concordam os painelistas e com elas mais revisões dos prognósticos.
“Vão em frente, marquem em seu calendário a data de 2013, mas marquem com lápis.” Disse Pesnell.
Consulte o texto original para ver os gráficos e as fotos.
Fonte: http://science.nasa.gov/headlines/y2009/29may_noaaprediction.htm
read more
“ Se nossa previsão estiver correta, O Ciclo Soar 24 no pico das manchas solares será 90, a mais baixa de qualquer um dos ciclos desde 1928 quando o Ciclo Solar 16 no pico teve 78” diz o chefe do painel, Doug Biesecker, do NOAA Centro de Previsões do Tempo no Espaço.
É tentador descrever um ciclo com estas características como “débil” ou suave, porém isso poderia dar uma impressão equivocada.
“Mesmo estando abaixo da média, qualquer ciclo solar é capaz de produzir condições climáticas especialmente severas ”, segundo Biesecker. “A grande tempestade geomagnética de 1859, por exemplo, aconteceu durante um ciclo solar do tamanho similar ao que estamos prevendo para 2013”.
A tempestade que ocorreu em 1859, conhecida como o “Evento de Carrington” em homenagem ao astrônomo Richard Carrington, que presenciou aquelas tremendas chamas solares, eletrificou cabos de transmissão, provocou incêndios nas oficinas dos telégrafos e produziu auroras boreais tão brilhantes que se podia ler o jornal só com sua luz esverdeada e vermelha. Uma recente informação da Academia Nacional de Ciências, concluiu que se uma tempestade similar ocorresse na atualidade poderia causar um prejuízo de 1 a 2 bilhões dólares americanos na infraestrutura altamente tecnológica de nossa sociedade e levaria de 4 a 10 anos para conserta-la. Apenas para comparar, os danos causados pelo furacão Katrina custaram de 80 a 125 milhões de dólares.
O pronóstico mais recente se basea na revisão de uma previsão anterior, feita em 2007. Nesse ano, um painel de expertises se dividiu em duas opiniões, acreditavam que o mínimo solar ocorreria em março de 2008, seguido de forte máximo solar em 2011 o de um máximo fraco em 2012. Os modelos que competiam davam diferentes respostas e os investigadores estavam ansiosos para saber do sol qual delas seria a correta.
“Ocorreu que nenhum dos dois modelos está totalmente correto”, disse Dean Pesnell, do Centro Goddard para Voos Espaciais, que era o representante da NASA nesse Painel. “ O sol está se comportando de uma maneira interessante e inesperada”.
Os pesquisadores conhecem os dados do ciclo solar desde meados de 1800 . Os gráficos que representam a quantidade de manchas solares contadas desde aquela época se assemelham a uma montanha russa; sobem e descem com um período aproximadamente de 11 anos. A primeira vista parece ter um padrão regular, porém predizer os picos e os vales tem resultado em algo problemático. Os ciclos variam em longitude aproximadamente entre 9 e 14 anos. Alguns picos são altos, outros são baixos. Os vales, usualmente não são profundos e duram apenas poucos anos, porém às vezes, se estendem e se tornam muito maior. No século XVII, o sol entrou em um período de 70 anos sem manchas, o qual se conhece na atualidade como o Mínimo de Maunder e ainda intriga os cientistas.
Agora mesmo, o ciclo solar está em um vale – o mais profundo do último ciclo. Em 2008 e 2009, o sol vem batendo recordes da Era Espacial, referente a menor quantidade de manchas solares, do vento solar fraco e da baixa irradiação solar. Transcorreram mais de 2 anos sem que o sol tenha emitido chamas solares de dimensões significativas.
“ Em nossas carreiras profissionais, nunca havíamos visto nada semelhante”, disse Pesnell.
“O mínimo solar está durando muito mais que a data que previmos em 2007”.
Nos últimos meses, entretanto, o sol começou a mostrar sinais de vida, ainda que muito tímido. Pequenas manchas e “proto-manchas” solares começam a aparecer com mais freqüência. Enormes correntes de plasma na superfície solar, conhecidas como (“fluxo de zonas”) começam a ganhar força na intensidade e lentamente se movem em direção ao equador do sol. Radio astrônomos detectaram um pequeno, mas significativo aumento das emissões solares em ondas de rádio. Todos esses acontecimentos são precursores do Ciclo Solar 24 e formam a base do novo, é quase unânime, o prognóstico apresentando pelo Painel dos cientistas.
De acordo com o prognóstico, o sol deverá permanecer calmo durante, pelo menos, mais um ano. Do ponto de vista das investigações, temos boas notícias, porque o mínimo solar vem se mostrando ser mais interessante que qualquer coisa que tivéssemos imaginado. A baixa atividade solar tem um profundo efeito sobre a atmosfera terrestre, pois permite esfriar-se e contrair-se. O lixo espacial se acumula na órbita da Terra, pois a menos arrastro aerodinâmico.O tranqüilo vento solar produz menos tempestades magnéticas ao redor dos pólos da terra. Os raios cósmicos que normalmente são empurrados para fora da órbita terrestre pelos ventos solares, agora permanecem no meio-ambiente.
Há outros efeitos secundários que também podem ser somente estudados se o Sol permanecer calmo.
No entanto, o sol pouco se importa com os comitês humanos. Poderiam haver mais surpresas ,concordam os painelistas e com elas mais revisões dos prognósticos.
“Vão em frente, marquem em seu calendário a data de 2013, mas marquem com lápis.” Disse Pesnell.
Consulte o texto original para ver os gráficos e as fotos.
Fonte: http://science.nasa.gov/headlines/y2009/29may_noaaprediction.htm
1 comentários
Marcadores:
Doenças,
Gripe,
Inverno,
Medicamento,
Vacina
Face à gripe, paciência e tranquilidade :)
Por Juan Gérvas,
Médico de Canencia de la Sierra, Garganta de los Montes e El Cuadrón (Madrid). Professor Honorário de Saúde Pública na Faculdade de Medicina da Universidad Autónoma de Madrid e Professor Visitante de Atención Primaria en Salud Internacional da Escuela Nacional de Sanidad (Madrid).
Buitrago de Lozoya (Madrid), 20 de Agosto de 2009.
Resumo
1. A gripe A é muito contagiosa e pouco grave. Menos grave do que a gripe habitual de todos os anos (gripe sazonal).
2. Face à gripe A é conveniente manter um comportamento prudente e tranquilo, similar ao que temos com a gripe sazonal. Deve-se consultar o médico apenas em caso de enfermidade importante (tosse com sangue, grande deterioração respiratória).
3. Os antivirais Tamiflu e o Relenza não previnem a gripe A, têm efeitos secundários importantes. Devem reservar-se para tratar casos graves.
4. A vacina contra a gripe A é experimental, e por agora não se sabe nada sobre a sua segurança ou sobre a sua eficácia.
5. As pandemias prévias não produziram grande mortalidade desde que se passou a dispor de antibióticos para tratar as pneumonias que complicam a gripe. Essas pandemias também não tiveram um segundo surto de maior agressividade.
6. Para além da gripe A, os serviços de saúde têm que atender os milhares de doentes agudos e crónicos habituais, pelo que convém não saturar a actividade de médicos, enfermeiras e restante pessoal com pacientes ligeiros com gripe A.
O problema
A gripe é uma doença viral de que se padece durante o Inverno, sob a forma de epidemia (epidemia sazonal), que afecta grande parte da população. Como diz (e bem) o refrão popular, “a gripe dura sete dias com tratamento, e uma semana sem ele”. A gripe é uma enfermidade leve, com febre e sintomas variados tais como dor de cabeça e muscular, náuseas, diarreia e mal-estar geral, que obriga a estar um par de dias em repouso. Não convém baixar a febre a todo o custo (nem sequer nas crianças), e o tratamento é o da dor e do mal-estar.
Pese embora a pouca gravidade da gripe, pode demonstrar-se que a mortalidade aumenta na população em dois picos anuais, um nos dias de Verão com o máximo de calor, e outro nos dias de Inverno com a epidemia de gripe. Por isso se aconselha a vacina contra a gripe, apesar de se discutir a utilidade desta vacinação.
A epidemia de gripe A, que começou no México em 2009, é de menor gravidade que a epidemia habitual. É uma gripe que contagia muito facilmente, e por isso é uma “pandemia”, porque pode chegar a afectar metade da população. Mas a contagiosidade da gripe A não diz nada sobre a sua gravidade, sendo de facto menos grave do que qualquer das gripes anteriores. Afecta muita gente, mas mata menos do que a gripe sazonal de todos os anos. Os números são variáveis consoante a fonte dos dados, mas por exemplo, no Reino Unido houve centenas de milhares de casos e só umas 30 mortes e nos Estados Unidos da América, com um milhão de casos só 302 mortos. No Inverno austral (que coincide com o Verão em Espanha – e em Portugal), na Argentina morreram 350 pessoas, na Austrália 128, no Chile 105 e na Nova Zelândia, 15. Com o Inverno austral quase no fim, no mundo inteiro houve, até agora, 2396 mortes. Para situar o problema, calcula-se que em Espanha morram durante um Inverno “normal”, por gripe sazonal, de 1500 a 3000 pessoas.
Tivemos muitas pandemias, e a mais letal, a “espanhola” de 1918 matou, sobretudo por pneumonias bacterianas, os pobres (mal alimentados, amontoados, com habitações insalubres e mal protegidos do frio). Nas outras duas grandes pandemias, de 1957 e 1968 não houve tal letalidade, entre outras coisas pela existência dos antibióticos para tratar as pneumonias bacterianas.
Ao estudar as pandemias dos últimos séculos (de 1510 à actualidade) demonstra-se que nunca foi contagiada simultaneamente toda a população e que sempre que houve um segundo surto da pandemia a gripe manteve um carácter ligeiro também na segunda volta.
O que se pode fazer face à gripe A?
Quando em 2005 a Organização Mundial de Saúde (OMS) prognosticou que poderiam morrer de gripe aviária até sete milhões de pessoas, desatou-se o pânico no mundo. Depois houve apenas 262 mortes.Assistiu-se assim, a um gravíssimo erro de prognóstico. Em 2009, com a gripe A, convém não repetir o mesmo erro. Por isso é central evitar o pânico. É absurdo ter pânico face à epidemia de gripe A, por mais que venha a afectar (levemente) um grande número de pessoas.
Face à gripe A convém fazer o que sempre se faz face à gripe: cuidar-se com prudência e tranquilidade. Boa hidratação, boa alimentação, boa higiene, e recorrer ao médico quando haja sintomas de importância, tipo tosse com expulsão de sangue e grande deterioração da respiração. Convém não tossir para cima de ninguém, não mexer no nariz, tapar a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos antes de comer, depois de ir à casa de banho e quando estão sujas de mucosidades.
O vírus elimina-se pela mucosidade nasal aproximadamente durante os primeiros cinco dias da enfermidade. O uso de máscaras não parece que ajude a evitar a propagação da epidemia. Convém não fazer muita vida social nesses primeiros dias, como é costume em caso de gripe. No que respeita à gravidez, não há nada a dizer, pois estes cuidados são para se ter sempre, não havendo deste modo nada mais a fazer.
Não há nenhum tratamento preventivo: os medicamentos contra a gripe não previnem a enfermidade (nem o oseltamivir – Tamiflu, nem o zanamivir – Relenza). Uma vez diagnosticada a doença, estes medicamentos são também quase inúteis (tiram meio dia à evolução da enfermidade). Também não existem estudos que avalizem a sua efectividade na gripe A. Para além disso, têm efeitos adversos. Por exemplo, durante a epidemia de gripe A, em crianças tratadas em Londres com oseltamivir – Tamiflu, metade tiveram efeitos adversos, geralmente vómitos, e em 18 % registaram-se alterações neuropsiquiátricas. Talvez em alguns casos valha a pena o seu uso como tratamento, por exemplo em doentes graves e em pacientes com doenças crónicas importantes, mas não são úteis nem em crianças nem em adultos saudáveis.
A vacina contra a gripe é de pouca utilidade em crianças e adolescentes, com uma efectividade de 33 %, e absolutamente inútil nos menores de dois anos. Há dúvidas sobre a sua eficácia em adultos e idosos. Sobre a vacina contra a gripe A não sabemos nada, mas em 1976 produziu-se nos Estados Unidos uma vacina parecida, também com toda a pressa pelo perigo de pandemia, e o resultado foi uma epidemia de efeitos adversos graves (sindroma de Guillain-Barré, uma doença neurológica) que obrigou a parar a vacinação. A pressa não é boa para nada, e ainda menos para parar uma gripe como a A, que tem tão baixa mortalidade. Convém não repetir o erro de 1976. Em todo o caso, é exigível a assinatura de um formulário de “consentimento informado” que deixe claro os benefícios e riscos, e o procedimento a seguir face aos possíveis danos por efeitos adversos. Dada a pressa que há em produzir a vacina, e para evitar as consequências legais relacionadas com os problemas de segurança, em caso de danos serão os Estados, e não a indústria farmacêutica, a responder às reclamações.
Mais alguma coisa?
Os testes diagnósticos rápidos da gripe A têm pouca sensibilidade (de 10 a 60 %). Quer dizer, não vale a pena fazer a determinação para saber se se tem na realidade a gripe A. Tanto faz, pois os conselhos a dar são os mesmos, e o teste não acrescenta a segurança de não se ter a gripe A.
Tanto o vírus da gripe A como o da gripe sazonal podem mutar, inutilizando as vacinas.
A vacinação contra a gripe sazonal não dá protecção contra a gripe A.
Convém não esquecer que uma criança (ou um adulto) pode ter outras enfermidades, além da gripe A. No Reino Unido houve casos de crianças que morreram por meningite por causa de falso diagnóstico de gripe A.
Durante a pandemia de gripe A continuará a haver enfartes do miocárdio, apendicites, insuficiência cardíaca, diabetes, asma, tentativas de suicídio, fracturas da anca, depressão, esquizofrenia e as outras mil enfermidades que requerem atenção médica. O comportamento sereno, paciente e tranquilo dos pacientes com gripe A é essencial para que os serviços de saúde funcionem bem e para que os médicos e restante pessoal de saúde se possam dedicar aos doentes que deles necessitem, com ou sem gripe A.
Nota
O autor não tem outra intenção senão deixar claro o estado do conhecimento acerca da gripe A no momento em que escreve este texto, e para tal reviu a literatura mundial a seu respeito. Este texto é puramente informativo. O autor lamenta que muitos dos organismos públicos, as sociedades científicas e os meios de comunicação transmitam outra mensagem; terão as suas razões.
aiiiiiiiiii que medoooooooooooooooooooooooooo!!!!!
read more
Médico de Canencia de la Sierra, Garganta de los Montes e El Cuadrón (Madrid). Professor Honorário de Saúde Pública na Faculdade de Medicina da Universidad Autónoma de Madrid e Professor Visitante de Atención Primaria en Salud Internacional da Escuela Nacional de Sanidad (Madrid).
Buitrago de Lozoya (Madrid), 20 de Agosto de 2009.
Resumo
1. A gripe A é muito contagiosa e pouco grave. Menos grave do que a gripe habitual de todos os anos (gripe sazonal).
2. Face à gripe A é conveniente manter um comportamento prudente e tranquilo, similar ao que temos com a gripe sazonal. Deve-se consultar o médico apenas em caso de enfermidade importante (tosse com sangue, grande deterioração respiratória).
3. Os antivirais Tamiflu e o Relenza não previnem a gripe A, têm efeitos secundários importantes. Devem reservar-se para tratar casos graves.
4. A vacina contra a gripe A é experimental, e por agora não se sabe nada sobre a sua segurança ou sobre a sua eficácia.
5. As pandemias prévias não produziram grande mortalidade desde que se passou a dispor de antibióticos para tratar as pneumonias que complicam a gripe. Essas pandemias também não tiveram um segundo surto de maior agressividade.
6. Para além da gripe A, os serviços de saúde têm que atender os milhares de doentes agudos e crónicos habituais, pelo que convém não saturar a actividade de médicos, enfermeiras e restante pessoal com pacientes ligeiros com gripe A.
O problema
A gripe é uma doença viral de que se padece durante o Inverno, sob a forma de epidemia (epidemia sazonal), que afecta grande parte da população. Como diz (e bem) o refrão popular, “a gripe dura sete dias com tratamento, e uma semana sem ele”. A gripe é uma enfermidade leve, com febre e sintomas variados tais como dor de cabeça e muscular, náuseas, diarreia e mal-estar geral, que obriga a estar um par de dias em repouso. Não convém baixar a febre a todo o custo (nem sequer nas crianças), e o tratamento é o da dor e do mal-estar.
Pese embora a pouca gravidade da gripe, pode demonstrar-se que a mortalidade aumenta na população em dois picos anuais, um nos dias de Verão com o máximo de calor, e outro nos dias de Inverno com a epidemia de gripe. Por isso se aconselha a vacina contra a gripe, apesar de se discutir a utilidade desta vacinação.
A epidemia de gripe A, que começou no México em 2009, é de menor gravidade que a epidemia habitual. É uma gripe que contagia muito facilmente, e por isso é uma “pandemia”, porque pode chegar a afectar metade da população. Mas a contagiosidade da gripe A não diz nada sobre a sua gravidade, sendo de facto menos grave do que qualquer das gripes anteriores. Afecta muita gente, mas mata menos do que a gripe sazonal de todos os anos. Os números são variáveis consoante a fonte dos dados, mas por exemplo, no Reino Unido houve centenas de milhares de casos e só umas 30 mortes e nos Estados Unidos da América, com um milhão de casos só 302 mortos. No Inverno austral (que coincide com o Verão em Espanha – e em Portugal), na Argentina morreram 350 pessoas, na Austrália 128, no Chile 105 e na Nova Zelândia, 15. Com o Inverno austral quase no fim, no mundo inteiro houve, até agora, 2396 mortes. Para situar o problema, calcula-se que em Espanha morram durante um Inverno “normal”, por gripe sazonal, de 1500 a 3000 pessoas.
Tivemos muitas pandemias, e a mais letal, a “espanhola” de 1918 matou, sobretudo por pneumonias bacterianas, os pobres (mal alimentados, amontoados, com habitações insalubres e mal protegidos do frio). Nas outras duas grandes pandemias, de 1957 e 1968 não houve tal letalidade, entre outras coisas pela existência dos antibióticos para tratar as pneumonias bacterianas.
Ao estudar as pandemias dos últimos séculos (de 1510 à actualidade) demonstra-se que nunca foi contagiada simultaneamente toda a população e que sempre que houve um segundo surto da pandemia a gripe manteve um carácter ligeiro também na segunda volta.
O que se pode fazer face à gripe A?
Quando em 2005 a Organização Mundial de Saúde (OMS) prognosticou que poderiam morrer de gripe aviária até sete milhões de pessoas, desatou-se o pânico no mundo. Depois houve apenas 262 mortes.Assistiu-se assim, a um gravíssimo erro de prognóstico. Em 2009, com a gripe A, convém não repetir o mesmo erro. Por isso é central evitar o pânico. É absurdo ter pânico face à epidemia de gripe A, por mais que venha a afectar (levemente) um grande número de pessoas.
Face à gripe A convém fazer o que sempre se faz face à gripe: cuidar-se com prudência e tranquilidade. Boa hidratação, boa alimentação, boa higiene, e recorrer ao médico quando haja sintomas de importância, tipo tosse com expulsão de sangue e grande deterioração da respiração. Convém não tossir para cima de ninguém, não mexer no nariz, tapar a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos antes de comer, depois de ir à casa de banho e quando estão sujas de mucosidades.
O vírus elimina-se pela mucosidade nasal aproximadamente durante os primeiros cinco dias da enfermidade. O uso de máscaras não parece que ajude a evitar a propagação da epidemia. Convém não fazer muita vida social nesses primeiros dias, como é costume em caso de gripe. No que respeita à gravidez, não há nada a dizer, pois estes cuidados são para se ter sempre, não havendo deste modo nada mais a fazer.
Não há nenhum tratamento preventivo: os medicamentos contra a gripe não previnem a enfermidade (nem o oseltamivir – Tamiflu, nem o zanamivir – Relenza). Uma vez diagnosticada a doença, estes medicamentos são também quase inúteis (tiram meio dia à evolução da enfermidade). Também não existem estudos que avalizem a sua efectividade na gripe A. Para além disso, têm efeitos adversos. Por exemplo, durante a epidemia de gripe A, em crianças tratadas em Londres com oseltamivir – Tamiflu, metade tiveram efeitos adversos, geralmente vómitos, e em 18 % registaram-se alterações neuropsiquiátricas. Talvez em alguns casos valha a pena o seu uso como tratamento, por exemplo em doentes graves e em pacientes com doenças crónicas importantes, mas não são úteis nem em crianças nem em adultos saudáveis.
A vacina contra a gripe é de pouca utilidade em crianças e adolescentes, com uma efectividade de 33 %, e absolutamente inútil nos menores de dois anos. Há dúvidas sobre a sua eficácia em adultos e idosos. Sobre a vacina contra a gripe A não sabemos nada, mas em 1976 produziu-se nos Estados Unidos uma vacina parecida, também com toda a pressa pelo perigo de pandemia, e o resultado foi uma epidemia de efeitos adversos graves (sindroma de Guillain-Barré, uma doença neurológica) que obrigou a parar a vacinação. A pressa não é boa para nada, e ainda menos para parar uma gripe como a A, que tem tão baixa mortalidade. Convém não repetir o erro de 1976. Em todo o caso, é exigível a assinatura de um formulário de “consentimento informado” que deixe claro os benefícios e riscos, e o procedimento a seguir face aos possíveis danos por efeitos adversos. Dada a pressa que há em produzir a vacina, e para evitar as consequências legais relacionadas com os problemas de segurança, em caso de danos serão os Estados, e não a indústria farmacêutica, a responder às reclamações.
Mais alguma coisa?
Os testes diagnósticos rápidos da gripe A têm pouca sensibilidade (de 10 a 60 %). Quer dizer, não vale a pena fazer a determinação para saber se se tem na realidade a gripe A. Tanto faz, pois os conselhos a dar são os mesmos, e o teste não acrescenta a segurança de não se ter a gripe A.
Tanto o vírus da gripe A como o da gripe sazonal podem mutar, inutilizando as vacinas.
A vacinação contra a gripe sazonal não dá protecção contra a gripe A.
Convém não esquecer que uma criança (ou um adulto) pode ter outras enfermidades, além da gripe A. No Reino Unido houve casos de crianças que morreram por meningite por causa de falso diagnóstico de gripe A.
Durante a pandemia de gripe A continuará a haver enfartes do miocárdio, apendicites, insuficiência cardíaca, diabetes, asma, tentativas de suicídio, fracturas da anca, depressão, esquizofrenia e as outras mil enfermidades que requerem atenção médica. O comportamento sereno, paciente e tranquilo dos pacientes com gripe A é essencial para que os serviços de saúde funcionem bem e para que os médicos e restante pessoal de saúde se possam dedicar aos doentes que deles necessitem, com ou sem gripe A.
Nota
O autor não tem outra intenção senão deixar claro o estado do conhecimento acerca da gripe A no momento em que escreve este texto, e para tal reviu a literatura mundial a seu respeito. Este texto é puramente informativo. O autor lamenta que muitos dos organismos públicos, as sociedades científicas e os meios de comunicação transmitam outra mensagem; terão as suas razões.
aiiiiiiiiii que medoooooooooooooooooooooooooo!!!!!
Subscrever:
Comentários (Atom)



